Olá, meus caros amigos Venuzianos!
Acordamos cedo, colocamos abacate e banana na sacola
Descemos uma ladeira íngreme, a pouco estávamos no meio da mata fechada
Sevamos o local, fizemos está rotina há alguns dias
Para deixar os animais acostumados com aquele banquete
Fizemos um puleiro na árvore para ficar de espreita
A espera de uma bela caça, uma caça especial
Tínhamos a suspeita que está caça seria um gambá
Um não! E sim vários Gambás
Mas também tínhamos uma acanhada esperança que seria uma paca
Era exatamente 21:15 quando carregamos as espingarda
Coloquei a espingarda nas costas e algumas latinhas de cerveja
Para esperar o inesperado, estava preparado para caçar um caiman
Mais meu companheiro de caça me comprou uma lanterna de criança
Tinha dificuldade para iluminar o meu sapato
Mesmo diante desta parábola, sentia-me como o Rambo
A mata estava molhada e aos poucos sentir o meu pé congelar
Descemos vagarosamente pela trilha, não podíamos fazer nenhum tipo de barulho
Descemos em surdina e tão poucos estávamos perto do puleiro
Subimos e lá ficamos por um longo tempo
Não podíamos falar e tão pouco fazer movimentos bruscos
Comunicávamos-nos somente pelo olhar e por gestos
Não pudi abrir a minha cerveja, pois podia fazer barulho e a caça não se aproximar
Então fiquei no meio da escuridão total
Tente abrir os olhos dentro do seu quarto e talvez possa imaginar o cenário em que eu me encontrava total escuridão.
Acrescente os mosquitos, pernilongos, o vento gelado e os barulhos sinistros que se escuta no meio da mata.
Nessa noite, tirando a adrenalina e a sensação de sair na mata com uma espingarda na costa
Sentindo-me um selvagem, um verdadeiro caçador
Subimos a serra com o saco vazio, dessa o caiman não veio atrás do abacate
Não foi dessa vez que o silencio da mata foi quebrado pelo barulho da espingarda
Subi a serra com uma sensação diferente, talvez um alivio por não ter matado um filho da mãe natureza, embora uma vez tomado pela empolgação de ter em minhas mãos uma espingarda, matei um jaburiatãn e depois de tal feito fiquei dias tristes. Não tive coragem de falar para ninguém que fui capaz de cometer tal proeza, senti vergonha desse feito.
Descemos uma ladeira íngreme, a pouco estávamos no meio da mata fechada
Sevamos o local, fizemos está rotina há alguns dias
Para deixar os animais acostumados com aquele banquete
Fizemos um puleiro na árvore para ficar de espreita
A espera de uma bela caça, uma caça especial
Tínhamos a suspeita que está caça seria um gambá
Um não! E sim vários Gambás
Mas também tínhamos uma acanhada esperança que seria uma paca
Era exatamente 21:15 quando carregamos as espingarda
Coloquei a espingarda nas costas e algumas latinhas de cerveja
Para esperar o inesperado, estava preparado para caçar um caiman
Mais meu companheiro de caça me comprou uma lanterna de criança
Tinha dificuldade para iluminar o meu sapato
Mesmo diante desta parábola, sentia-me como o Rambo
A mata estava molhada e aos poucos sentir o meu pé congelar
Descemos vagarosamente pela trilha, não podíamos fazer nenhum tipo de barulho
Descemos em surdina e tão poucos estávamos perto do puleiro
Subimos e lá ficamos por um longo tempo
Não podíamos falar e tão pouco fazer movimentos bruscos
Comunicávamos-nos somente pelo olhar e por gestos
Não pudi abrir a minha cerveja, pois podia fazer barulho e a caça não se aproximar
Então fiquei no meio da escuridão total
Tente abrir os olhos dentro do seu quarto e talvez possa imaginar o cenário em que eu me encontrava total escuridão.
Acrescente os mosquitos, pernilongos, o vento gelado e os barulhos sinistros que se escuta no meio da mata.
Nessa noite, tirando a adrenalina e a sensação de sair na mata com uma espingarda na costa
Sentindo-me um selvagem, um verdadeiro caçador
Subimos a serra com o saco vazio, dessa o caiman não veio atrás do abacate
Não foi dessa vez que o silencio da mata foi quebrado pelo barulho da espingarda
Subi a serra com uma sensação diferente, talvez um alivio por não ter matado um filho da mãe natureza, embora uma vez tomado pela empolgação de ter em minhas mãos uma espingarda, matei um jaburiatãn e depois de tal feito fiquei dias tristes. Não tive coragem de falar para ninguém que fui capaz de cometer tal proeza, senti vergonha desse feito.



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